Simulação reproduz acidente de trânsito e conscientiza condutores e pedestres

  • Atendimento às
    Atendimento às "vítimas" do acidente chamou atenção de muita gente
É uma ação que mostra para a população a realidade de um acidente, seja ele provocado por falha mecânica ou humana. —   capitão Manoel Nunes - comandante do 5° GBM

Toda ação ocorreu no fim da tarde desta sexta-feira, 8, na Avenida Cláudio Lúcio Monteiro, em frente à Praça do Fórum, em Santana. O cenário e a presença de personagens supostamente acidentados despertaram a curiosidade da população, que logo cercou o local para acompanhar a ação. Tudo para conscientizar condutores e pedestres sobre os cuidados no trânsito.

A simulação fez parte da campanha nacional Maio Amarelo, que desenvolve ações educativas de segurança no trânsito e foi coordenada pela Secretaria de Saúde do município em parceria com os órgãos de segurança.

"A campanha educativa foi intensificada durante o mês e encerra com esta simulação para conscientizar a população sobre as boas práticas no trânsito", afirmou a coordenadora do Programa de Violências e Acidentes da Vigilância Epidemiológica de Santana, Renata Loiola.

No meio da pista, dois veículos de passeio e uma motocicleta, representaram o acidente de trânsito. O impacto deixou os condutores gravemente feridos e o resgate das vítimas chamou a atenção de quem assistia à simulação. "É uma ação que mostra para a população a realidade de um acidente, seja ele provocado por falha mecânica ou humana. Pessoas ainda perdem a vida ou ficam com sequelas", lembrou o subcomandante do 5° Grupamento Bombeiro Militar de Santana (5º GBM), capitão Manoel Nunes.

Na cidade, dados apontam que a imprudência ainda é causa de muitos acidentes no trânsito. O excesso de velocidade, ultrapassagens indevidas, combinação de álcool e direção, falta de cinto de segurança e uso de celular ao volante, estão entre as principais causas de acidentes.

Segundo registros do Corpo de Bombeiros, em 2016, foram registrados 346 ocorrências, com oito óbitos e em 2017, foram 378 casos, com quatro mortes.

A aglomeração de curiosos chamou a atenção do mototaxista Vagner Souza, que parou para ver a simulação. "Bastante interessante, a principio pensei que era verdade, acabei ficando para ouvir as orientações do Corpo de Bombeiros, pois até para ser curioso, é preciso ficar atento. A população também pode atrapalhar o resgate", comentou.

Após o isolamento do local, bombeiros e profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) simularam o resgate das vítimas presas às ferragens, enquanto militares e agentes ordenavam o trânsito no local, para dar total realidade à ação. Após a retirada dos feridos do local, um dos veículos incendiou e mais uma ação rápida do Corpo de Bombeiros foi simulada para debelar o fogo. Ao final, as boas práticas no trânsito foram reforçadas junto à população.

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