Workshop internacional propõe soluções para o desenvolvimento do Amapá

  • Senador Davi Acolumbre apontou medidas para desenvolver o Amapá
    Senador Davi Acolumbre apontou medidas para desenvolver o Amapá - Divulgação
Temos que fazer o este Estado crescer com as potencialidades que tem —   - Davi Alcolumbre

Gestores públicos, pesquisadores e empresários de diversos segmentos se reuniram esta semana, em Macapá, para discutir perspectivas de desenvolvimento sustentável para o Estado. O encontro foi organizado pelo Sistema S no Amapá.

Durante o evento foram montados grupos de discussões para apresentar propostas de crescimento econômico e social. As proposituras colhidas serão sistematizadas e disponibilizadas pelo Sistema S para gestores, parlamentares e sociedade em geral, em breve.

Algumas sugestões foram levantadas pelo senador amapaense Davi Alcolumbre (DEM). Segundo ele, as dificuldades financeiras que a gestão pública atravessa vêm da falta de um Estado autossustentável.

Para o parlamentar os governos devem focar nas próprias potencialidades do Estado para fazê-lo crescer. Como exemplo, ele citou a Zona Franca Verde, criada em 2015 pelo governo Federal. É um corredor econômico que permite a industrialização do Estado – portanto consequente geração de empregos e renda – a partir da utilização de matéria prima da região.

Davi citou, também, a exploração de petróleo no Amapá como outro grande potencial. Contudo, enfatizou que o Estado precisa se preparar para as atividades geradas a partir da exploração. Ele então defendeu como proposta de desenvolvimento investimentos do setor público para que a cidade de Oiapoque seja a base para fazer o refino do petróleo retirado costa amapaense.

“Este debate veio em um momento extremamente oportuno, dadas as dificuldades que o Estado enfrenta. Temos que fazer o este Estado crescer com as potencialidades que tem”, analisou o senador.

Participaram do evento o diretor geral do Centro Tecnológico para o Setor de móveis e madeiras da Itália, Alessio Gnaccarini; Cláudio Cortelese, especialista em desenvolvimento econômico; Elimar Nascimento, sociólogo e cientista político; Saulo Barreto, coordenador do Instituto de Pesquisas em Tecnologia e Inovação (IPTI); e Clécio Luís, prefeito de Macapá.

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