Ministro Barroso determina arquivamento de investigação contra Roberto Góes

  • Esse foi o terceiro processo arquivado contra o deputado, por falta de provas
    Esse foi o terceiro processo arquivado contra o deputado, por falta de provas - Gustavo Lima / Agência Câmara
Fizemos a apresentação da prestação de contas e comprovamos que as denúncias eram infundadas, como reconhecido pelo ministro na decisão que arquivou o processo —   Roberto Góes - deputado federal

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou arquivamento do inquérito nº 4254, de 2014, cuja abertura foi requerida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) para investigar suposta prática de apropriação indébita de recursos públicos federais na gestão do então prefeito de Macapá, Roberto Góes, hoje deputado federal pelo PDT-AP. A decisão foi publicada no dia 7 de dezembro.

As investigações, relacionadas a convênios firmados entre 2007 e 2011, entre a Prefeitura de Macapá e instituições federais, iniciaram na esfera policial e subiram ao STF, depois que o então prefeito passou à condição de parlamentar, tendo foro privilegiado.

Esse foi o terceiro processo arquivado contra o deputado, por falta de provas. Roberto Góes apresentou as prestações de contas da execução dos convênios. O ministro Luís Roberto Barroso considerou, após análise no STF, que “não havia indícios mínimos que indicassem o efetivo envolvimento do parlamentar nos fatos apurados e, por isso, determino o arquivamento do inquérito com relação ao deputado Roberto Góes”, diz o ministro na decisão.

“Comprovamos que não houve em momento algum a apropriação indébita de recursos. Fizemos a apresentação da prestação de contas e comprovamos que as denúncias eram infundadas, como reconhecido pelo ministro na decisão que arquivou o processo”, declarou o parlamentar.

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