11 pessoas são presas pela Polícia Civil do Amapá

  • Dos 13 mandados de prisão, 11 foram cumpridos pela Polícia Civil do Amapá
    Dos 13 mandados de prisão, 11 foram cumpridos pela Polícia Civil do Amapá
A ação contou com a participação de 13 policiais civis e 4 viaturas

Na manhã desta terça-feira, 18, a Polícia Civil do Amapá prendeu 11 pessoas na Operação “Captus”, realizada em vários bairros de Macapá. Um dos presos, acusado de roubo a um posto de combustíveis, chegou a se esconder dentro de uma caba box, mas acabou localizado pelos agentes da Polícia Civil.

A operação foi coordenada pela Equipe de Capturas do Departamento de Polícia Especializada (DPE), para cumprir 13 mandados de prisão por diversos crimes, priorizando aqueles considerados mais graves, como homicídios, estupros, dentre outros.

Entre os presos estão três condenados pelo crime de homicídio, dois deles com pena superior a 14 anos de prisão. O terceiro homicida estava foragido da Justiça desde o ano de 2006.

Além desses e do assaltante de posto de combustíveis, dois estupradores e uma estelionatária, que estava com dois mandados de prisão preventiva, foram capturados. Outras pessoas, acusadas por crimes de furto, alcoolemia e violência doméstica, também foram presas.

A ação, comandada pelo delegado Fabio Araújo, contou com a participação de 13 policiais civis e 4 viaturas. “Dessa vez, a operação envolveu uma estratégia diferente, mobilizando apenas uma unidade policial, o que nos proporciona analisar o potencial individual de cada unidade. Dos 13 mandados de prisão, conseguimos obter êxito em 11 deles, sem nenhuma anormalidade. Um fato curioso aconteceu no momento da prisão do homem acusado por assaltar um posto de gasolina; ele se escondeu dentro de uma cama box do quarto em que estava, mas a equipe realizou as buscas da forma correta e o encontramos”, destacou o delegado.

A operação foi batizada com o nome “Captus”, que vem do latim e significa “capturados”. Todos os presos serão conduzidos à Polícia Técnico-Científica (Politec) para a realização de exame de corpo delito, e, em seguida, ao Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen), onde ficarão à disposição da Justiça.

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