Polícia Federal e Governo do Amapá vão compartilhar tecnologia e banco de dados

  • Detalhes da cooperação foram discutidos em uma reunião no Palácio do Setentrião
    Detalhes da cooperação foram discutidos em uma reunião no Palácio do Setentrião - Marcelo Loureiro
Termo de Cooperação Técnica entre a PF e o Governo do Amapá será assinado no dia 14 de maio.

O Governo do Amapá e a Polícia Federal (PF) anunciaram uma parceria para o compartilhamento de informações dos bancos de dados e recursos tecnológicos. O Termo de Cooperação Técnica, que deverá ser assinado no dia 14 de maio, vai reforçar o combate ao crime tanto a nível local quanto nacional.

Na terça-feira, 7, representantes da PF e do Executivo amapaense participaram de uma reunião, no Palácio do Setentrião - sede do governo -, para discutir o assunto. O superintendente regional da Polícia Federal no Amapá, delegado Dorival Ranuci, explicou que, a partir do compartilhamento das informações, o Amapá vai colaborar com as ações da instituição em qualquer lugar do país, assim como, contará com a reciprocidade da instituição.

“Se o governo não tiver informações no seu banco de dados, como impressões digitais, fotos, dados pessoais e antecedentes criminais de um indivíduo, sua operação não será prejudicada, pois poderá acessar os nossos dados, integralmente. E a Polícia Federal também terá livre acesso ao sistema estadual”, explicou Ranuci.

Carlos Souza, secretário de Estado da Justiça e Segurança Pública (Sejusp), registrou que a iniciativa fortalece o Sistema Único de Segurança Pública (Susp), por meio do qual o Ministério da Justiça determina a integração institucional, tecnológica e de ações dos entes e forças policiais federais, estaduais e municipais. Ele destacou a cooperação com as forças nacionais de segurança, a exemplo da parceria com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), que oportunizou ao Amapá a implantação de um novo sistema de radiocomunicação, na última semana.

“O servidor será beneficiado com agilidade e confiabilidade nas consultas de dados de criminosos, e a população terá respostas mais rápidas e qualificadas. O crime não tem fronteiras, e a nossa união é imprescindível na prevenção e combate aos ilícitos”, concluiu Souza.

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