Programa Educação para a Paz chega às escolas de Santana

  • Secretária Goreth Sousa destacou a importância do programa para a comunidade escolar
    Secretária Goreth Sousa destacou a importância do programa para a comunidade escolar
Iniciativa busca incentivar prevenção à violência nas escolas. Lançamento ocorreu na escola Augusto Antunes, nesta quinta-feira, 27.

Com o objetivo de promover a cultura da paz nas escolas por meio do diálogo e do respeito, foi lançado nesta quinta-feira, 27, em Santana, o Programa Educação para a Paz (Epaz). A solenidade ocorreu na Escola Estadual Augusto Antunes, localizada na área central do município, e contou com a presença de representantes das secretarias de educação do Amapá e do município de Santana, bem como do Ministério Público Estadual (MP/AP) e Tribunal de Justiça do Amapá (Tjap).

O Epaz é uma política de Estado criada para promover a cultura da paz e a prevenção da violência para a melhoria da convivência nas unidades educacionais. A ideia é aplicar nas escolas valores e metodologias da Justiça Restaurativa, pacificando as relações e exaltando o diálogo, a tolerância e solidariedade como métodos de resolução de conflitos e colaborando, também, com a diminuição da evasão escolar ocasionada por atitudes discriminatórias e preconceituosas.

Em Macapá, o programa foi lançado em junho deste ano, no Teatro das Bacabeiras. A iniciativa também busca alcançar as escolas das redes municipais de ensino, através do Regime de Colaboração (Colabora Educação). O programa será medido e acompanhado pelo Sistema de Monitoramento Educapaz.

O sistema de monitoramento é uma ferramenta online que mensurar a violência nas escolas estaduais de Macapá e Santana. Com os dados, será possível fazer um panorama dos principais conflitos e desenvolver projetos que disseminem a cultura da paz no ambiente escolar, a partir de estatísticas.

De acordo com a secretária de Estado da Educação, Goreth Sousa, é fundamental despertar nas pessoas o sentimento de respeito e estimular o diálogo nas relações, dentro e fora do ambiente escolar, a fim de “minimizar todo tipo de preconceito como o bullying, o racismo, entre outros problemas de convivência na sociedade”.

O estudante Davi Sousa, 14 anos, afirma que o relacionamento na escola mudou significativamente após a utilização de práticas restaurativas, especialmente na resolução de conflitos. “Falar da paz e praticá-la é fundamental para a vida do ser humano. Deveria ser um sentimento natural e uma prática comum, mas sabemos que o mundo vive em guerras e intolerância. Por isso, precisamos estimular na escola a tolerância e o respeito”, finalizou o adolescente.

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