Condenado por estupro é assassinado no bairro Fonte Nova

  • Mircley foi surpreendido pelos assassinos e morreu na hora
    Mircley foi surpreendido pelos assassinos e morreu na hora
Em 2009, Mircley foi condenado a 7 anos de prisão, em regime fechado, pelo estupro de uma adolescente de 14 anos.

Um crime com características de execução foi registrado na manhã deste sábado, 28, no município de Santana. A vítima, Mircley Pereira Nogueira, o “PR”, de 30 anos, foi assassinado a tiros no bairro Fonte Nova, zona norte da cidade. Ele era foragido da Justiça e já havia sido condenado por estupro e furto.

O assassinato ocorreu por volta de 11h30. Segundo testemunhas, Mircley estava no fim da Avenida 15 de Novembro, onde começa a Passagem L9, uma área de ponte do bairro Fonte Nova, quando foi surpreendido pelos assassinos. Ele teria sido atingido por pelo menos cinco disparos de arma de fogo. Os criminosos fugiram e, até o fechamento desta reportagem, não haviam sido identificados.

De acordo com o Tucujuris – sistema de informações do Tribunal de Justiça do Amapá (Tjap) –, Mircley cumpria pena no Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen) em regime semiaberto. Em 15 de março deste ano, foi beneficiado por uma licença temporária, mas não retornou ao presídio no dia 22 do mesmo mês, como estabelecido. A partir de então, era considerado foragido e estava com mandado de prisão em aberto.

O crime

Em 29 de outubro de 2008, Mircley estuprou uma menina de apenas 14 anos de idade. O crime ocorreu no município de Laranjal do Jari, sul do Estado. Segundo o Ministério Público Estadual (MP/AP), o criminoso estava próximo a um terreno baldio. Quando a vítima passou, ele a agarrou pelo pescoço e a levou para dentro do terreno, onde praticou o estupro, sobe ameaça de morte, caso a adolescente reagisse.

Em 2009, Mircley foi condenado a 7 anos de prisão, em regime fechado, pelo estupro. Ele também foi condenado a dois anos de reclusão por furto, praticado em 2008. O criminoso ainda recebeu outras duas condenações. Somadas, as penas chegam a 23 anos de prisão.

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